Anésia Cauaçu

Anésia Cauaçu

R$45,00

REF: 978-85-8151-005-7 Categoria

Detalhes

Peso 0.250 kg
Dimensões 15 x 22 x 2 cm
ISBN

978-85-8151-005-7

Edição

Ano de Publicação

2019

Nº de Páginas

320

Idioma

Português

Sobre o autor

Domingos Ailton

Domingos Ailton

Domingos Ailton Ribeiro de Carvalho nasceu no dia 24 de maio de 1970, em Jequié, interior da Bahia, filho de Antelírio Bispo de Carvalho e Helena Ribeiro de Novaes. Membro-fundador da Academia de Letras de Jequié – ALJ, é o mais jovem acadêmico entre os atuais nomes que compõem a ALJ e foi um dos mais jovens do Brasil e do mundo a ingressar em uma Academia de Letras.

Licenciado em Letras, especialista em Literatura e Ensino da Literatura pela UESB e mestre em Memória Social em Documento da Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Jornalista, editor da Revista Cotoxó, diretor regional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia – SINJORBA e membro da Rede Brasileira e da Rede Latino-Americana de Jornalismo Ambiental.

Professor Visitante da UNEB (2006-2010) e autor de diversos trabalhos científicos publicados em anais de congressos, como o da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC e do 52º Congresso Internacional de Americanistas, realizado em Sevilha, na Espanha.

Domingos Ailton é também membro da União Brasileira de Escritores e professor da Rede Estadual de Ensino do Estado da Bahia e da Faculdade Zacarias Góes.

O romance Anésia Cauaçu, de Domingos Ailton, já se tornou um clássico da literatura brasileira e vem sendo fonte de inspiração e objeto de estudos acadêmicos, base para um telefilme e pode ser adaptado para produções no teatro, no cinema e na televisão.

Anésia Cauaçu é um romance histórico que tem como protagonista uma mulher que esteve à frente do seu tempo. Anésia foi a primeira mulher no sertão baiano de Jequié a ingressar no cangaço, a liderar um bando de cangaceiros, a praticar montaria de frente, já que as mulheres de sua época montavam de lado em uma sela denominada silhão, e a vestir calças compridas (as mulheres do período em ela viveu apenas usavam vestidos e saias), nos momentos de combate para facilitar o enfrentamento de jagunços dos coronéis e das tropas policiais, além de ter sido a primeira mulher branca a lutar capoeira, antecedendo mulheres como Maria Bonita, Dadá e Lídia no cangaço.

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