Os recuados

R$25,00

Categoria:

Detalhes

Peso 0.300 kg
Dimensões 15 × 22 × 0.8 cm
ISBN

978-85-8151-108-5

Edição

Ano de publicação

2015

Nº de Páginas

96

Idioma

Português

Sobre o autor

Cyro de Mattos

Cyro de Mattos

Nasceu e reside em Itabuna, Sul da Bahia. Contista, poeta, romancista e cronista. Publicou 51 livros, para adultos e para crianças. Tem livros pessoais publicados em Portugal, Alemanha, França e Itália. Para crianças e jovens publicou, entre outros, O Menino Camelô, Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes, Oratório de Natal, O Circo do Cacareco, Histórias do Mundo que Se Foi e Outras Histórias, Prêmio Adolfo Aizen, da UBE (Rio), O Menino e o Boi do Menino, O que eu vi por aí e Roda da Infância. Com o poema “O Menino e o Mar” foi um dos vencedores do V Concurso Poético Cancioneiro Infanto-juvenil para a Língua Portuguesa, do Instituto Piaget de Almada, Portugal.

Cyro de Mattos oferece ao público mais um livro de contos. À primeira leitura constata-se, de imediato, que a sua inventiva continua em ascensão, que a sua técnica se refina e sustenta a trama. Este poeta-ficcionista elabora a existência com o recurso maior com que foi dotado, a palavra. A palavra ele a usa no seu advogar profissional, assim como no seu advogar a vida, o ser humano. Cyro, com este novo livro, Os recuados, advoga o homem. O homem, este ser aparentemente tão forte, mas tão profundamente débil. Cyro procura explicações. Inquieta-o a dor do homem: do coronel, na descoberta de que a vida é apenas “travessia”; do solitário professor, cuja dureza nada mais é que um apelo de afeto; da mãe que mata o próprio filho para arrancá-lo da condição de “bicho”. Em cenários diversos, suas personagens perambulam a incerteza de seus destinos, entregues à sua própria solidão. Na rinha, na roça de cacau, num chiqueiro de porco, nas ruas da cidade, na escrivaninha do advogado, na sala de aula, elas se voltam para dentro de si mesmas, procurando perseguir sua própria sina, impotentes diante dela, nada lhes resta senão mourejar, sofrer, enrustir-se. Nem lhes sabemos os nomes

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