OS MEEIROS DO CACAU DO SUL DA BAHIA: trabalho, corpo e documentação

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Detalhes

Peso 0.300 kg
Dimensões 16 × 23 × 1.5 cm
ISBN

978-85-8151-110-8

Edição

Ano de publicação

2015

Nº de Páginas

220

Idioma

Português

Sobre o autor

Emiliano Dantas

Emiliano Dantas

Emiliano Ferreira Dantas é mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE (2014) e Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Fotografia pelas Faculdades Integradas Barros Melo/AESO (2011). Atualmente é professor assistente I na AESO, lecionando disciplinas no Bacharelado de Fotografia, Cinema e Audiovisual e Artes Visuais. Atuou, em 2014 e 2015, como Consultor técnico no projeto Inventário Imagético do Museu do Homem do Nordeste-MUHNE/UNESCO. Foi, em 2012 e 2013, pesquisador e fotógrafo da pesquisa Linha de Montagem da Defesa Social sob Focos de Lentes. Fez a curadoria, em 2010 e 2012, do Theória (MUHNE/FUNDAJ), um evento de fotografias que discute imagem, museologia e ciências sociais. Em 2014, foi curador da exposição Cor à Pele, ocorrida na galeria Janete Costa. Expôs individualmente, em 2015, no Centro de Estudos Martianos, em Havana (Cuba), uma série de fotografias chamada “Poéticas visuais sobre o homem natural”. Também expôs na galeria Baobá/FUNDAJ, com o tema “Presídio Feminino Bom Pastor” (Recife/PE) e no Museu da Abolição do IPHAN, uma série de retratos sobre os mestres do Coco do Amaro Branco (Olinda/PE).

O sul da Bahia é região de histórias sobre heróis, desbravadores em terras de índios incrustadas na Mata Atlântica. Homens creditados pelo mérito da monocultura do cacau, da riqueza e da violência. O estudo proposto neste trabalho não é uma das tantas ficções baianas, é uma etnografia sobre pessoas que se intitulam meeiros, os habitantes da região, que dão sentidos à terra, ao tempo e à lida com a mesma intimidade que colhem e saboreiam o chamado fruto de ouro. O trabalho foi feito durante a pesquisa de mestrado, na Universidade Federal de Pernambuco, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia pelo fotógrafo e antropólogo Emiliano Dantas. O olhar, o pensar e o fazer acadêmico se preocupou em perceber comportamentos, relações e reciprocidades de um grupo “autônomo”, pois se consideram livres e donos do seu tempo. Neste contexto, o termo meeiro não define apenas uma categoria de trabalho, é uma opção de vida – viver no tempo da roça.

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