Crônico ofício

R$30,00

Categoria:

Detalhes

Peso 0.200 kg
Dimensões 15 × 22 × 1 cm
ISBN

978-85-8151-159-7

Edição

Ano de Publicação

2019

Nº de Páginas

200

Idioma

Português

Sobre o autor

Ana Valéria Fink

Ana Valéria Fink

Nascida nos anos 60, paranaense, já morou nos estados de São Paulo, Santa Catarina, e, agora, na Bahia. Formada em Odontologia, mãe de cinco filhos, poeta, contista e cronista. Participou com poemas da antologia Novelo (Ponta Grossa: Centro de Publicações da Universidade Estadual de Ponta Grossa, 1995).

Vitor Hugo Martins

Vitor Hugo Martins

“O romântico moderno (ou será o moderno romântico?), o cidadão engajado, inconformado com a lastimável situação do País e de suas instituições, o amigo generoso, o filho amoroso, o pai, o avô, o marido devotadíssimo (pela primeira vez de papel passado, aos 65 anos, cuja história teve início lá nos anos 70 do século passado e da qual fui cúmplice, no prólogo e também no epílogo) são temas magistralmente abordados nas 96 crônicas que compõem esta obra. Ainda que isso nos pareça sufi ciente, é no estilo impecável do escritor – Machado de Assis adoraria lê-lo (penso eu) – e no grande tabuleiro imagético impresso nas narrativas que se encontra o êxtase que todo leitor espera de um livro.”

Crônico ofício vem completar a publicação da cronística de Vitor Hugo, iniciada por ele com os livros Cronicália e Crônica Mania (Via Litterarum, 2015 e 2018, respectivamente), que contêm textos mais recentes.

As texturas (desde já essa palavra deve ser considerada a partir da Linguística, e não das Artes Plásticas) que seguem – na maioria, publicadas em jornais e revistas do País – não sei bem o que lhes diga acerca dos gêneros e das molduras delas. Daí o neologismo. Grosso modo, parecem-me efetivamente crônicas, isto é, uma impressão aqui, uma conversação ali, uma reflexão acolá. Em suma, faits divers, como diriam os franceses, mas nos quais não entram homicídios, suicídios; talvez entrem prodígios e, com certeza, o tempo, subliminarmente. Afinal, “matamos o tempo; o tempo nos enterra”, conforme o aforismo machadiano. Kronos, voracíssimo. Por sua vez, implica topos, não menos voraz. Daí por que ora estamos em Porto Velho, ora em Goiânia, ora no Rio de Janeiro, ora em Curitiba. Crônica tem tudo a ver, sim, com viagem e paisagem.

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