Crer ou não crer? Para crentes e descrentes

R$25,00

Detalhes

Peso 0.150 kg
Dimensões 14 × 21 × 0.8 cm
ISBN

978-85-65137-00-3

Edição

Ano de publicação

2012

Nº de Páginas

88

Idioma

Português

Sobre o autor

Antônio de Oliveira Silva

Antônio de Oliveira Silva

Nasceu em 28 de novembro de 1936, em Tobias Barreto/ SE, filho de Virgílio Vieira da Silva e Anna de Oliveira Silva (D. Maninha). Cursou o primário no Grupo Escolar Tobias Barreto, em sua cidade natal, o ginásio no Colégio Estadual de Sergipe (Atheneu), e o segundo grau na cidade de Corumbá, MS, no Colégio Estadual Maria Leite, tendo sido o orador da turma (1960) e primeiro colocado. Em Salvador, cursou o lº ano da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador, em 1964, tendo, posteriormente, se formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal da Bahia, em 1969. Sua tendência para as letras data de 1956, quando escreveu seu primeiro trabalho poético, já tendo escrito cerca de 120 poesias. Foi premiado, várias vezes, em concursos de poesia locais. Escreveu e editou “À Sombra das Musas” e “Nas Faldas do Parnaso” (poesias) e “O Ajutoro” (peça em linguajar matuto). Escreveu pequenas peças para apresentação pelos alunos de sua escola, o Educandário Nossa Senhora do Carmo, de sua cidade natal, e atualmente escreve para a Revista Perfil, de Aracaju, na coluna Cidadania.

Como matéria, desejamos usufruir das benesses que o mundo nos oferece. Como espírito, sentimos necessidade de algo que desconhecemos e que nos falta. E esta necessidade só pode ser preenchida pela fé, a qual não queremos aceitar, pois ela nos traz exigências limitantes do gozo das coisas materiais. Questionamentos e dúvidas surgem em nossa mente e, para sentir que há compensação, é necessário acreditarmos na existência de um Deus vivo que esteve entre nós sob forma humana e que garantiu a recompensa a todos que acreditassem em suas palavras. O autor procura, através de autores leigos, mostrar a prova material da existência desse Deus/Homem, a partir do Seu nascimento, passando por Sua morte terrena e pelo testemunho de um ferrenho perseguidor, que depois se converteu, transformando-se no maior propagador de Sua mensagem. Afirma que a fé é um sentimento como o amor e, como este, a entrega total afugenta temores, dá-nos segurança e inunda o ser de felicidade. Se nascemos para ser felizes e se, pela fé, conseguimos a felicidade, qual a vantagem de não crer?

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