Amendoeiras de Outono

R$60,00

Categoria:

Detalhes

Peso 0.250 kg
Dimensões 15 × 22 × 1.5 cm
ISBN

978-85-8151-072-9

Edição

Ano de Publicação

2013

Nº de Páginas

400

Idioma

Português

Sobre o autor

Adylson Machado

Adylson Machado

ADYLSON Lima MACHADO, nasceu em Monte Alegre da Bahia (atualmente Mairi). Reside em Itabuna. Advogado e professor, leciona Direito Municipal e Direito Financeiro no Curso de Ciências Jurídicas da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, em Ilhéus.

Blog: http://adylsonmachado.blogspot.com/
Facebook: https://www.facebook.com/adylson.machado

Em tempos de crescente mundialização dos vocábulos, hábitos, costumes, lugares e, sobretudo, das diversas culturas, como discorrer sobre o inédito, o distinto? As literaturas mundial e brasileira, diante dos novos conceitos de tempo e espaço, adquirem redimensão estética e caminham para a padronização, construindo uma concepção prévia de estereótipos dos personagens, cenários e estilos de linguagem. Amendoeiras de Outono vem, com sua autenticidade, fugir deste enquadramento.

Trata-se de romance com trama densa, meticulosamente construída com histórias singulares que ora se sucedem, ora caminham em paralelo, carregando venturas e infortúnios. Figuras, em trejeitos e cenas que meandram a sobrevivência humana, universalizam fatos refletidos na contraditória analogia estabelecida através de uma amendoeira, percurso de toda uma vida.

A 2ª edição traz apresentação de Agenor Gasparetto e ensaios de Gideon Rosa (Poesia proseada) e Jorge de Souza Araujo (A subversão do gênero).

Para Agenor Gasparetto “O autor pareceu estar determinado a tecer seu texto como um artista lapida uma pedra preciosa, buscando a perfeição. Nesse intento, não fez concessões, foi exigente consigo mesmo e o é também com os seus leitores. Sua obra, sob pena de se perder preciosos detalhes, requer uma leitura pausada e, não raro, a busca de dicionário para o entendimento de alguns vocábulos…”.

Para Gideon Rosa o autor “[…] imprime um forte tom ideológico, quase utópico à sua narrativa prenhe de uma poesia deslumbrante. Em todo o romance ele constrói uma poesia proseada, em muitos momentos, é capaz de entorpecer os sentidos e tanta beleza e harmonia na construção das frases.”

Para Jorge de Souza Araujo “Causa espécie inicialmente a consideração repercussiva do estilo Adylson Machado de compor a estrutura romanesca. Primeiro porque, nos justos termos da teoria dos gêneros, Amendoeiras de Outono é romance sem sê-lo, negando-se sua concepção  à obediência de ingredientes técnicos da convenção teorética.”

À riqueza vocabular e lexical acompanha uma sintaxe sulcada de elipses. Sucessivas alternâncias de planos e blocos narrativos podem confundir o leitor, dado o aluvião de hipóteses e expectativas que geram.

Variando de suportes entre o erudito e o popular, o texto de Adylson Machado sinaliza expoentes devocionários à palavra falada, especialmente representada nos artistas da oralidade… […] A filosofia ôntica permeia esse texto, tornando-o sentencioso, aforístico, como um Guimarães Rosa posposto à caatinga e ao brejo, com extensões ecológicas intercomplementares.”

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