A neurociência e as emoções do ato de aprender

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Detalhes

Peso 0.150 kg
Dimensões 14 × 21 × 1.5 cm
ISBN

978-85-8151-015-6

Edição

Ano de publicação

2012

Nº de Páginas

164

Idioma

Português

Sobre o autor

Iana Muniz

Iana Muniz

IANA MUNIZ Doutora e Mestra em Ciências da Educação pela UNIVERSIDAD AUTONOMA de ASUNCIÓN PY. MESTRA em Gestão da Educação pela EUROPEAN UNIVERSITY, SUÍÇA 2005. Escritora. Psicopedagoga-IBEPEX–Curitiba/ PR 2002 Especialista em Planejamento Educacional-UNIVERSONITERÓI- RJ 2000. Pedagoga pela Faculdade de Educação Montenegro IBICARAÍ-BA.

Atualmente é Profª da AMERICANA-IPCP, AMERICANA- FAM Asunción-Py, cursos de Doutorado e Mestrado Ciências da Educação em Neurociências, Teorias da Aprendizagem, Seminário Temático, Avaliação Educacional, Informática Educativa. Profª da FAM, FTC, SEGMENTO e ISAL-Instituto Superior de Educação da América Latina, Cood. Curso de Extensão e nos cursos de Pós-Graduação de Psicopedagogia, Ed. Física e Graduação em Pedagogia, Administração, Psicanálise e Ed. Física.

O ato de aprender se sustenta na tríade: pensamento, emoção e descarga bioquímica, que desencadeia sentimentos e emoções. O sujeito aprendente é dotado de um organismo físico que tem inteligência própria. Todo pensamento gera sensação, que produz componente bioquímico, o qual alimenta o sangue de serotonina e endorfina.

São bioquímicas do bem-estar e da confiança, que provocam ondas químicas e neurais, as quais alteram o interior do organismo provocando contrações musculares e faciais, bem como batimentos cardíacos, mudanças respiratórias e alterações hídricas por certo período e perfil subjetivo. Os sentimentos e as emoções desempenham papel decisivo no ato de aprender. Eles acionam os pensamentos que materializam a aprendizagem, impulsionam a atenção e a memória.

Quanto mais a criança, no ato de aprender, construir pensamentos e emoções positivas acerca do que está sendo ensinado, mais ela terá sucesso. Essas informações, uma vez instaladas nos centros nervosos do cérebro emocional e racional lógico, ativarão a mente e o corpo, que irão trabalhar como filtro no armazenamento das informações. Logo, a sala de aula é espaço de estímulos neurais, de intercomunicação, de troca de afeto e de vivencias. Por isso, propomos que a mesma seja um ambiente favorável a cooperação e a alegria, num contágio emocional favorável à aprendizagem.

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