O santo selvagem

R$25,00

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Detalhes

Peso 0.150 kg
Dimensões 15 × 22 × 1 cm
ISBN

978-85-8151-122-1

Edição

Ano de publicação

2015

Nº de Páginas

172

Idioma

Português

Sobre o autor

Carlos Kahê

Carlos Kahê

Carlos Kahê é professor de literatura; pós-graduado em jornalismo, economista, compositor e autor de O Bailado Humano livro de contos publicado pela Editora 7 Letras, Rio; Sangue na Rua das Flores, romance lançado pela Helvécia, Salvador; A Rosa do Tempo, livro de contos publicado em SP, pela Livronovo e o romance Um rio perene, Editora seven&system, SP. No plano artístico, Kahê participou de inúmeros festivais e mostras musicais; tem publicações em revistas e coletâneas nacionais; poeta, ele está sempre perfumando sua prosa com a poesia, mas sempre atento à clareza e à concisão, estilo que somado à leveza de suas narrativas tem encurtado muito a distância entre o seu texto e o seu leitor.

Por que o homem vive insatisfeito? De quanto ele precisa para admitir que o que tem já lhe basta? Pobres não são os que têm pouco, mas os que querem muito. A um jovem que tem de tudo, o ter nem sempre será o parâmetro que o impedirá de partir. Kahê pensou na teoria da insatisfação, ao levantar questões sobre as decisões mal planejadas: insatisfações e impulsividades gerindo decisões e acarretando surpresas e desvios de destinos. À frente de tudo isso, a saga de Theo, um homem comum, professor dissidente que acreditava na poética do verso mutante “as folhas sabem procurar pelo sol,” porém, bastou-lhe uma atitude impensada para levá-lo à ruptura inexorável de sua vida. Vamos acompanhar a epopeia desse herói, todavia no meio do caminho o perderemos de vista e já nãoa teremos a certeza de quem irá receber o halo de Santo Selvagem: argumentos, figuras e metáforas nos trarão dúvidas e o próprio autor deixará que o leitor escolha o seu favorito a ganhar a pena mais selvagem de sua criação. O Santo Selvagem é o tipo do romance gostoso de ler num dia frio. Aos adeptos da boa literatura será um exercício compará-lo ao Lobo das estepes, pelas descobertas, desafios e pelas incursões à ânfora religiosa que guardamos, e que muitas vezes somos obrigados a desvendá-la, quando o exercício é profundo e faz sentido.

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